segunda-feira, 4 de abril de 2011

CABOTAGEM

CABOTAGEM

Cabotagem é a navegação realizada entre portos interiores do país pelo litoral ou por vias fluviais. A cabotagem se contrapõe à navegação de longo curso, ou seja, aquela realizada entre portos de diferentes nações.
A cabotagem é denominada como transporte marítimo realizado entre dois portos da costa de um mesmo país ou entre um porto costeiro e um fluvial. Caso, a navegação ocorra entre dois portos fluviais, então não é considerada cabotagem e sim navegação interior. Existe ainda o termo "cabotagem internacional", o qual é utilizado freqüentemente para designar a navegação costeira envolvendo dois ou mais países. O transporte de cabotagem foi muito utilizado na década de 1930 no transporte de carga a granel, sendo o principal modelo de transporte utilizado quando as malhas ferroviária e rodoviária apresentavam condições precárias para o transporte.
O termo é derivado do nome de família do navegador veneziano do século XVI Sebastião Caboto, que explorou a costa da América do Norte ao margeá-la, da Flórida à foz do rio São Lourenço, no atual Canadá. Na América do Sul, Caboto, ao serviço da Coroa de Espanha, adentra o rio da Prata, pelo litoral, em 1527 em busca da mítica Serra da Prata, numa expedição que prolonga até 1529, sem lograr o seu objetivo. Por causa desses feitos na navegação costeira e em sua homenagem a estratégia de navegação costeando o litoral recebeu o nome de cabotagem.

NAVEGAÇÃO DE PEQUENA CABOTAGEM. Aquela realizada entre portos brasileiros, mas sem que as embarcações se afastem mais de vinte milhas da costa, com escalas em portos cuja distância não exceda a 250 milhas.

NAVEGAÇÃO DE GRANDE CABOTAGEM. Navegação ao longo da costa, geralmente ligando portos de um país a países vizinhos.

INÍCIO DA CABOTAGEM NO BRASIL

A cabotagem é denominada como transporte marítimo realizado entre dois portos da costa de um mesmo país ou entre um porto costeiro e um fluvial. Caso a navegação ocorra entre dois portos fluviais, então não é considerada cabotagem e sim navegação interior. Existe ainda o termo “cabotagem internacional”, o qual é utilizado freqüentemente para designar a navegação costeira envolvendo dois ou mais países. O transporte de cabotagem foi muito utilizado na década de 30 no transporte de carga a granel, sendo o principal modal de transporte utilizado quando as malhas ferroviárias e rodoviárias apresentavam condições precárias para o transporte. Após a eleição do Presidente da República Washington Luiz, cujo slogan da campanha era “Governar é construir estradas”, os investimentos foram direcionados para pavimentação de vias, construção de estradas e manutenção da malha rodoviária. Nas décadas de 50 e 60, com a chegada das indústrias automobilísticas, a política de desenvolvimento adotada na época estava praticamente estabelecida para o modal rodoviário.
Em decorrência, o modal aquaviário sofreu as conseqüências dessa política pela escassez de recursos e foi perdendo gradativamente espaço nesse cenário. Na tentativa de mudança desse cenário, foram criados alguns órgãos e comissões, tais como o Fundo da Marinha Mercante e a Superintendência Nacional da Marinha Mercante (Sunaman), que tinham como objetivo alavancar a construção naval no país, levantar recursos na infra-estrutura portuária, estabelecer linhas de navegação a serem cumpridas regularmente pelas empresas e adequar a frota de embarcações brasileira para atender a demanda interna que havia migrado do modal rodoviário. Tais medidas não apresentaram os resultados esperados devido ao grave processo inflacionário que o país apresentou, cujas conseqüências diretas foram a ineficiência dos portos e o encarecimento excessivo da construção naval brasileira. Desta maneira, foi inevitável que grande parte da carga fosse transportada pelo modal rodoviário. Restou somente para o segmento de cabotagem parte da carga de granéis líquidos e sólidos, que são de grandes volumes e baixo valor agregado. Em resultado, ocorreu a predominância do transporte rodoviário nas rotas de grandes distâncias, as quais deveriam ser típicas do transporte por cabotagem.
Em 1979, ocorreu a segunda crise do petróleo na qual os países produtores do petróleo revisaram seus preços, dando início a um período de recessão mundial em contrapartida ao crescimento da economia brasileira. Nesta conjuntura, a matriz de transportes brasileira já estava consolidada com o modal rodoviário o qual encontrava-se operando em níveis elevados de frete usufruindo-se do diesel subsidiado. Ao final da década de 90, o aumento dos pedágios e a privatização das estradas contribuíram ainda mais para o aumento do frete rodoviário.
Em 1990, algumas empresas iniciaram operações de transporte marítimo de contêineres por cabotagem na linha Santos – Manaus, na tentativa de viabilizar o modal aquaviário, que correspondia a 18,4% do total contra 56,0% do modal rodoviário. Diante do contexto dos níveis elevados do frete rodoviário, a alternativa pela cabotagem se mostrava propícia e oportuna, apesar dos problemas na infra-estrutura portuária. O fracasso veio imediatamente no início das operações, quando tomou posse o presidente Fernando Collor, que inviabilizou os investimentos portuários programados até então, através dos confiscos econômicos.
Em 1999, em um contexto bem diferente do que ocorreu em 1990, com economia estabilizada e índices de inflação controlados, o país aparentemente retoma seu crescimento e possibilita uma nova investida no transporte marítimo por cabotagem, período oportuno em que surge a Mercosul Line, uma empresa brasileira que foi criada visando suprir esse novo mercado em plena expansão, principalmente no que tange à carga contêinerizada. Segundo especialistas, a cabotagem sem dúvida é considerada um modal muito promissor e o Brasil que é um país que apresenta aproximadamente 7.400 km de extensão de costa navegável, onde as principais cidades, os pólos industriais e os grandes centros consumidores concentram-se no litoral ou em cidades próximas a ele, o segmento de cabotagem surge como uma alternativa viável para compor a cadeia de suprimentos de diversos setores principalmente com o conceito porta-a-porta.

Sídney Aparecido Emídio

domingo, 3 de abril de 2011

Empresas que fabricam produtos químicos no Vale do Paraíba, Campinas e Guarulhos


Jacareí

Cognis Brasil Ltda 

Acosan Areias Seixos E Materiais Filtrantes Ltda 

Rohm And Haas Química Ltda 

Sespo Indústria Comércio - A. Ramos, 236 - Jacareí/SP
Specialty Minerais Brasil Comércio Indústria Ltda - Estr. Gen. Er. J. Zerbini, Sn
Dystar Limitada - Av. Pres. H. A. C. Branco, 2705
Diprol Química - Avenida Dr Adhemar Pereira De Barros, 1.200, Chácaras Rurais Santa Maria - Jacareí/Sp - Cep: 12328-300

Santa Branca


Mixing Química Ind. Com. Imp. Exportação Ltda - Estr. Stª B. Paraibuna, Sn

Pindamonhangaba

Sourcetech Química - Suiça, 3430
Brumma Comercial Industrial Produtos Químicos Ltda - Av. Um, Sn
Mashit Eletro Química Indústria E Comércio Ltda - Rodovia W. Luiz, Sn


Tremembé

Tremembé Indústria Químicas Ltda - Mc. C. Ribeiro, 705

Caçapava

Reprocessa Resíduos Industriais Ltda - Estrada M. C Velha, Sn
Matisse Perfumaria - R. Mq Herval, 185

Taubate

Indústrias Químicas Taubaté - Rua I. Albernaz, 300
Veronese Indústria Química - Rua E. Ambrogi, 455
Victória Química Ltda - Av. Maj Acácio, 373

São José Dos Campos

Alkymia Indústria E Comércio Produtos Químicos Ltda - Estr. Dr. A. B. Menezes, 1400
Indústria Química Sampe
Indústria Química Tay
Farmaqui Indústria Comércio Ltda - Loanda, 143
Henkel Sociedade Anônima Indústrias Químicas - Rod. Presindete Dutra
Acritec Indústria Química Ltda - R. Pedro Rachid, 846 - Bloco B, Santana
Mosanto Brasil Ltda - C. Marcondes, 1200 -  
Janssem Cilag Farmacêutico
Inabra - Química Natural Brasileira - Rua Sete Lagos, 20, Chácaras Reunidas - São José Dos Campos/Sp - Cep: 12238-51


Guarulhos

Indústria Química River (Produção De Acetatos, Bucarbonatos, Carbonatos, Cloretos, Nitratos E Sulfatos)
Tecbelt Industrial
Dinaflex Indústria De Artefatos De Borracha
Degani Vaduz Indústria Química (Insumos Para Processos Industriais Em Curtumes, Fábricas De Celulose, Papel E Tintas, Produtos Para Fabricação De Cosméticos.)

Gênesis Indústria E Comércio De Produtos Químicos Ltda 

 

Campinas


DNC Industrial

Tex-Print  Indústria Químicas e Têxteis Ltda 
Galtron Química Indústria E Comércio Ltda 
Microquimica Indústrias Químicas Ltda


Sídney Aparecido Emídio

quinta-feira, 31 de março de 2011

Portos Brasileiros

Região Sul

Porto de Rio Grande
Porto de Pelotas
Porto de Porto Alegre
Porto de Estrela
Porto de Laguna
Porto de Imbituba
Porto de Itajaí
Porto de São Francisco do Sul
Porto de Paranaguá
Porto de Antonina

Região Sudeste

Porto de Santos
Porto de São Sebastião
Porto de Angra dos Reis
Porto de Itaguaí
Porto do Rio de Janeiro
Porto de Niterói
Porto de Forno
Porto de Vitória
Porto de Barra do Riacho

Região Nordeste

Porto de Ilhéus
Porto de Aratu
Porto de Salvador
Porto de Maceió
Porto de Suape
Porto do Recife
Porto de Cabedelo
Porto de Natal
Terminal Salineiro de Areia Branca
Porto de Fortaleza
Porto do Itaqui

Região Norte
Porto de Vila do Conde
Porto de Belém
Porto de Macapá
Porto de Santarém
Porto de Manaus

sábado, 26 de março de 2011

RANKING DE CONTAINERS

Abaixo se encontra o ranking das 20 maiores empresas de navegação do mundo, note            que já consta a recente fusão da Maersk com a Sea-Land.  Esta fusão, como outras que ocorreram nos últimos anos,       não traz risco de monopolização da atividade de carregamento de containeres uma vez que, as 10 maiores empresas de navegação do mundo detêm menos de 50% do tráfego. Existem muitas empresas regionais ou de nicho que operam com eficiência em mercados com os quais os grandes não se preocupam muito. Não existe ainda nenhum trade importante aonde alguma linha tenha uma presença dominante. 
 O negócio da navegação, atualmente, tem muito a ver com corte de custos o que, todavia vai depender de volume uma vez que, quanto maior o volume carregado, maior a tendência de cair os custos por unidade. Isto explica o porquê do aparecimento de super navios de até 6, 600 teus de capacidade nominal os quais ainda não atracam nos portos da América do Sul. Acontece que, para carregar maiores volumes, os armadores precisam providenciar mais capacidade, por isso que não surpreende a ninguém o fato de muitos tráfegos estarem com overcapcity, competição ferrenha e fretes baixos. 
A situação acima descrita resulta num círculo vicioso tipo “necessidade de cortar custos – aumentar volume – construir navios maiores – criar excesso de capacidade – lutar com a concorrência – gerar uma situação de fretes baixos – necessidade de cortar custos…”
É óbvio que sobreviverão apenas os mais fortes, os quais procurarão alianças, o que já vem acontecendo muito nos últimos anos, mas, os embarcadores não têm porque temer uma situação de fretes altos porque o círculo vicioso esta aí. Até mesmo os fretes de exportação que tem subido ultimamente no Brasil não estão alcançando níveis absurdos se considerarmos que os mesmos desceram muito nos últimos quatro anos.


















SAIBA QUEM SÃO OS 20 MAIORES ARMADORES
 DO MUNDO (FULL CONTAINER VESSELS):


  FROTA TOTAL
EMPRESA
 RANK 2009 (2010)   
TEUS
MOVIMENTADOS
SHIPS
Maersk Sealand
1 (1)
580,45
237
Evergreen/Uniglory
Marine Corp
2 (2)
336,994
126
P&O Nedlloyd
3 (3)
275,108
113
Mediterranean
Shipping Co
4 (4)
242,096
140
APL
5 (8)
214,814
81
Hanjin Shipping Co[2]
6 (5)
214,105
66
Cosco Container Lines
7 (7)
194,891
118
NYK Line
8 (8)
152,477
73
Zim Israel Navigation
9 (10)
139,691
78
CMA-CGM
The French Line
10(12)
138,840
77
CP Ships
11 (11)
135,790
75
Mitsui OSK Lines
12 (9)
116,651
50
OOCL
13 (15)
112,942
34
Hyundai Merchant
Marine
14 (13)
111,669
32
China Shipping
Container Lines
15 (19)
110,514
76
Yangming Marine
Transport Corp
16 (14)
109,020
43
K Line
17 (16)
108,618
49
Hapag-Lloyd
18 (17)
            90,390
23
Compania Sud
Americana de Vapores
19 (20)
72,022
42
United Arab
Shipping Co[3]
20 (18)
67,165
46


 Fonte - Novembro 2009